Para o ator Pedro Alonso (Berlim), as viagens ao passado vão ajudar a completar o complexo puzzle de "La Casa de Papel", mas também acrescentar carga dramática à vida da sua personagem.

"Cuidado com o filho. O filho do Berlim tem o seu ADN. Acho que o que mais gosto na quinta temporada é o esforço dos guionistas. Gosto muito da narrativa, dos guiões. E fizeram um grande esforço para compreendermos o mapa da personagem, do Berlim. Como é que se combina a parte tão escura, turva, perturbada e diferente com a parte mais brilhante, mais lírica, mais poética e mais romântica que vimos na terceira e quarta temporadas? Nesta temporada, há uma ligação, tudo se encaixa. Essa ligação toca num ponto fundamental que nos ajuda a entender uma linha que une tudo o que aconteceu em todas as temporadas", adiantou o ator ao SAPO Mag.

"Lembro-me de uma cena com o meu filho, o Rafael, no oitavo episódio - não vamos ver agora o episódio, só em dezembro. E aí aconteceu-me algo que já me aconteceu algumas vezes com Berlim e eu, como ator, fiquei surpreendido com o sentimento que estava a viver quando estava na rodagem. Não quero fazer um spoiler, mas no momento estava a descobrir algo de que gostava, que me dava satisfação... nesse momento tinha a certeza que o perdia. Para dar um exemplo que todos conhecemos: no momento em que Berlim descobriu o amor que sentia pela equipa, morreu", revelou.

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