Nascido em Tomar, a 22 de outubro de 1942, João Mota, de 78 anos, encontra-se hospitalizado.

"Embora a situação mais delicada já tenha sido ultrapassada, a recuperação será um processo lento e forçosamente a estreia do espectáculo será adiada", refere uma nota de A Comuna, acrescentando que vão iniciar ensaios de uma nova produção que será em breve comunicada.

"Será uma comédia, a pedido do nosso mestre, para celebrar a vida", conclui a mensagem de A Comuna.

A estreia peça do dramaturgo franco-belga Eric-Emmanuel Schmidt, com que João Mota decidiu despedir-se da carreira de ator, estava prevista para 27 de março, Dia Mundial do Teatro, em S. João da Madeira. A partir de 21 de abril, a peça subiria ao palco de A Comuna.

Nascido em Tomar, João Mota estreou-se como ator aos 14 anos e põe fim a uma carreira de 64 anos.

João Mota seria Freud, um psicanalista já debilitado, a viver momentos de agonia numa Viena já tomada pelas tropas nazis.

A ação definida pelo dramaturgo franco-belga Eric-Emmanuel Schmitt decorre pouco antes da partida do precursor da psicanálise para o exílio.

Escrita em 1993, "Freud e a Visita" é a terceira peça do premiado dramaturgo franco-belga Eric-Emmanuel Schmitt (1960) posta em cena por A Comuna, depois de "Variações Enigmáticas" (2009) e de "O Evangelho segundo Pilatos" (2014).

A peça apresenta “um diálogo filosófico vivo e estimulante” que permite ao espectador entrar nos meandros do pensamento de Freud e reflectir sobre as grandes questões da existência.

Com versão cénica de João Mota, a peça também previa com interpretações de Carlos Paulo, Hugo Franco e Maria Emília Castanheira.

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