Segundo noticia a agência Efe, a realização desta greve foi aprovada por 98% dos 60.0000 sócios do sindicato IATSE ( Aliança Internacional de Teatro e Funcionários de Palco) e a concretizar-se poderá paralisar por completo a maioria das produções dos Estados Unidos.

“Se não estabelecêssemos um prazo, poderíamos estar a falar eternamente e os nossos membros merecem ter as suas necessidades atendidas já”, justificou, em comunicado, o porta-voz do sindicato, Matthew Loeb.

Se não chegarem a acordo, a greve dos trabalhadores terá início na segunda-feira ao meio-dia (18h00 em Lisboa)

O IATSE representa grande parte dos trabalhadores que desempenham tarefas de bastidores, como técnicos de luz e de som, operadores de câmara, cenógrafos e maquilhadores.

A maioria destes trabalhadores tem contratos de trabalhos temporários com os estúdios, geralmente ligados a um projeto concreto e as condições inscritas no seu contrato são acordadas entre o entre os sindicatos e as empresas de entretenimento.

Os trabalhadores deste setor queixam-se de que trabalham durante turnos muito longos, sem descanso para comer ou dormir.

Nesse sentido, o sindicato reivindica uma melhoria dos salários dos trabalhadores que pertencem à escala salarial mais baixa do setor e que seja melhorada a contribuição das empresas para os seguros de saúde privados e para os planos de reforma.

Esta paralisação, por tempo indeterminado, iria “prejudicar enormemente” os grandes estúdios de Hollywood, que já contam com muitos atrasos, devido à pandemia.

A última greve em Hollywood foi convocada em 2017 pelo sindicato de guionistas e atrasou as rodagens e emissões televisivas durante 100 dias.

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