“O júri da competição oficial, composto por Armanda Ribeiro (jornalista do Público), Daniel Gorjão (diretor de programação de artes performativas da RTP2) e Francisco Alves (diretor artístico do Teatro Plástico) decidiu atribuir o prémio de melhor filme a ‘Para Onde Voam as Feiticeiras’”, indicou, em comunicado, a organização do festival de cinema Queer, cuja cerimónia de encerramento decorreu no sábado no Teatro Rivoli, no Porto.

O prémio, no valor de três mil euros, é atribuído pela RTP2 pela compra dos direitos de exibição.

Citado no mesmo documento, o júri classificou o filme como “fundamental e desafiante” no Brasil e no mundo.

“Simultaneamente disruptivo e pedagógico, mostra a importância da rua como palco da luta social, mantendo o espectador colado ao ecrã pela sua energia, humor, algum refrescante otimismo e apelo à ação”, consideraram os jurados.

Em “Para Onde Voam as Feiticeiras”, um grupo de artistas LGBTQI+ (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, intersexuais e outras manifestações de géneros não delimitadas) desconstrói os conceitos de identidade preestabelecidos, utilizando as ruas como um espaço de luta.

O júri atribuiu ainda o prémio de melhor curta-metragem de escola da competição ‘In My Shorts’ “À Tarde, sob o Sol”, de Gonçalo Pina.

“Pelo rigor técnico. Esperamos que este jovem realizador se possa afirmar em futuras obras”, defenderam.

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