"O voto negativo/desfavorável expresso pelo Conselho de Opinião para o exercício do cargo de Provedor do Telespetador fundamenta-se na convicção dos membros" do CO "que a sua prestação na audição, assim como o seu percurso profissional, quando aplicado em conhecimentos específicos ao objetivo concreto desejável e pretendido para o cargo, revelam não estarem reunidas as condições mínimas para o melhor exercício prático, concreto e específicodas competências da função", refere a deliberação do CO, a que a Lusa teve acesso.

"Foi com enorme surpresa que a administração da RTP recebeu o parecer desfavorável do CO ao nome indigitado para Provedor de Televisão", adianta

"Achamos incompreensível: José Alberto Lemos cumpre largamente todos os critérios definidos no estatuto da RTP para ser provedor: mérito profissional, credibilidade e integridade pessoal e experiência na área de comunicação nos últimos cinco anos", prosseguiu a administração liderada por Gonçalo Reis.

Considera ainda que o indigitado "é um excelente jornalista, com experiência relevante em televisão, rádio e imprensa, em Portugal e no estrangeiro, na RTP e em outras instituições de referência".

Por isso, "não nos conformamos com esta posição do Conselho de Opinião", pelo que "estamos a analisar com cuidado o parecer, para definir próximos passos", concluiu a mesma fonte.

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