“Las Californias” é o terceiro álbum do grupo e é apresentado em estreia no sábado, às 19h00, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, ponto de partida para uma digressão que vai passar pelo Seixal Jazz, a 16 de outubro, Casa da Música, no Porto, a 19 de outubro, e pelo Festival Jazz ao Centro, em Coimbra, a 29 de outubro.

O L.U.M.E. vai ainda passar por vários festivais europeus, designadamente os de Vilnius (14 de outubro), Skopje (22 de outubro) e o EFG London Jazz Festival, em Londres, a 14 de novembro.

Em declarações à agência Lusa, Marco Barroso referiu “o crescimento da banda em termos nacionais e internacionais”.

“Las Californias”, que sucede a “Xabregas 10” (2016), é composto por 12 composições, todas de autoria de Marco Barroso, numa “tensão constante entre composição e improvisação”.

Para Barroso, “Las Californias” é “uma espécie de antídoto para o mundo” de hoje.

A celebração dos 15 anos do projeto e a saída do novo álbum “foi uma coincidência”, disse Marco Barroso, para quem a música flui naturalmente do cruzamento de múltiplas referências que passam pelo jazz, música erudita e as músicas populares urbanas.

“A nossa formação tem semelhanças com o modelo da ‘big band’, mas passa por muitos territórios estéticos e é sempre feita a pensar na capacidade de improvisação e na criatividade de cada um dos músicos”, declarou.

Neste disco, gravado em Lisboa e editado pela portuguesa Clean Feed, a direção musical é de Marco Barroso, que considera que “cada composição é uma composição, um mundo próprio, uma história”.

O grupo está junto há 15 anos revelando “um aprimoramento”, mas também “porque há desafios, coisas novas a contar e muita coisa interessante ainda por fazer”.

Nascido em 2006, o L.U.M.E. editou em outubro de 2010 o seu álbum de estreia, homónimo, pela JACC Records, e teve uma 2.ª edição em setembro de 2013, pela editora holandesa Challenge. “Xabregas 10” foi o segundo disco da banda, já com etiqueta portuguesa da Clean Feed.

Ao longo destes últimos 15 anos, o L.U.M.E. atuou no festival Jazz em Agosto, da Fundação Calouste Gulbenkian, em 2014, no Guimarães Jazz, em 2016, no Moers Festival, na Alemanha, também em 2016, no Ljubljana International Jazz Festival, em 2018, ou no Jazzahead!, em 2019, na Alemanha.

“Somos um grupo com muita energia e isso passa para quem nos ouve”, disse.

O L.U.M.E. que vai estar em palco é composto por Marco Barroso no piano, Manuel Luís Cochofel na flauta, Paulo Bernardino no clarinete soprano, João Pedro Silva no saxofone soprano, Tomás Marques no saxofone alto, Gonçalo Prazeres no saxofone tenor, Gabriela Figueiredo no saxofone barítono, Gileno Santana, João Silva e Ricardo Carvalho nos trompetes, Rúben da Luz, Eduardo Lála e Mário Vicente nos trombones, Miguel Amado no baixo elétrico e Vicky Marques na bateria.

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