Numa mensagem publicada no site da Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa recordou o percurso “de António Cordeiro, revelado em 'Duarte & C.ª', e presença habitual em inúmeros telefilmes, séries e novelas, além de trabalhos para cinema (nomeadamente com João Mário Grilo)”.

“Lembraremos em especial o seu detetive de ‘Claxon’, bem como todas as personagens que se pareciam muito com ele, idiossincráticas, autoirónicas e empáticas”, lê-se na mensagem de condolências enviada à família e amigos.

O ator António Cordeiro morreu hoje, em Lisboa, aos 61 anos, informou a Academia Portuguesa de Cinema.

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"É com tristeza que informamos que nos deixou hoje o ator António Cordeiro", escreveu a academia na sua página na rede social Facebook, recordando prestações do ator no cinema e na televisão, ao longo de mais de 30 anos.

Revelado num papel secundário na série "Duarte & C.ª", em 1987, foi no entanto como protagonista da série policial "Claxon", da RTP, estreada em 1991, que se tornou conhecido do grande público.

António Cordeiro trabalhou também no teatro e no cinema, nomeadamente nos filmes de João Mário Grilo, "O Processo do Rei" (1990), e "Os Olhos da Ásia" (1996).

Mais recentemente fez "Índice Médio de Felicidade" (2017), de Joaquim Leitão, e "Um Gato, Um Chinês e o Meu Pai" (2019), de Paco R. Baños.

A telenovela "Espelho d'Água" (2017/18), da SIC, está entre os seus últimos trabalhos.

António Cordeiro padecia de paralisia supranuclear progressiva, uma doença rara, degenerativa, e encontrava-se afastado da atividade.

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