A 2.ª edição do festival, que convida a “experienciar e descobrir o território”, vai dividir-se em quatro palcos, entre a aldeia de São Francisco da Serra e a praia da Costa de Santo André, ao longo da Estrada Municipal 544 (EM544).

O evento, organizado pela produtora Transiberia, em parceria com a Artéria e a Câmara de Santiago do Cacém, quer “cruzar caminhos para a qualificação e dinamização da oferta cultural da região”, referiu a organização, em comunicado.

Ao longo dos cinco dias, o certame propõe uma “programação cultural multidisciplinar e itinerante” pelos quatro palcos espalhados pelo território e “integrados na paisagem e no ambiente dos lugares”, disse.

Segundo os promotores, o arranque da edição deste ano do festival, a 09 de agosto, coincide com a festa de São Romão, "dia em que a população serrana se deslocava até à praia da Costa de Santo André para o banho anual de mar".

“Essa tradição, catalisadora de toda uma população em movimento, registada nos caminhos que atravessam a Serra de São Francisco até ao mar e no caráter do território e das suas gentes, encontra agora, no Festival A Estrada, a sua equivalência e descendência contemporânea”, salientou a organização.

A aldeia de São Francisco da Serra vai ser o primeiro local a receber o evento (9 e 10 de agosto), com destaque para os concertos de Eduardo Paniagua Ensemble (Espanha), Celina da Piedade, Cante Alentejano do Grupo Coral da Mina de São Domingos. Puuluup, da Estónia, Luís Trigacheiro e Miguel Vargas, no Palco Serra, junto à corticeira da localidade.

O festival vai ainda contar, nos dois primeiros dias, com uma caminhada meditativa, uma prova de vinho musicada na Herdade do Cebolal, o concerto “Fado à Estrada” a cargo da acordeonista local Maria Adélia Botelho, o espetáculo de teatro físico “Mutabilia”, pelo Teatro do Mar, e uma mostra de vídeo.

No terceiro dia, o festival muda-se para o Palco Estrada, no lugar do Farrobo, junto a um café, com a exibição da curta-metragem “Tempo”, de Madalena Ventura, e do documentário “Horizonte”, de Tiago Cação, e com os concertos de Bonny Bonnie & The Rockie Mountains e de Groovin' Train.

Está ainda prevista uma visita ao Lagar do Parral, em Santa Cruz, e uma prova de azeite musicada com o concerto “Fado à Estrada”, pela jovem artista Ana Margarida Leal.

“Nos dois últimos dias do festival, a música improvisada, a música experimental, a música de dança e a música emergente assumem o protagonismo”, indicou a organização.

Assim, no dia 12, no Palco Lagoa, instalado no Monte do Paio, na Lagoa de Santo André, o público vai poder assistir aos concertos de Vítor Rua e Meta, à atuação dos dj’s Xoices e Xinobi e a atividades de dança e música.

A encerrar o Festival A Estrada, no dia 13 de agosto, o Palco Praia, na Costa de Santo André, vai receber os concertos da cantora cabo-verdiana Dunia Lobo e de Bandua e dos dj’s Bernardo D'Dadaario (aka Tempura), Venga Venga e Vítor Belanciano.

Ao longo do certame, no novo Palco Floresta, vão decorrer, todas as manhãs, “atividades especiais” e aulas de ‘Alente(y)joga’, ou seja, “ioga do Alentejo”, podendo ainda o público assistir e participar em “várias atividades artísticas e musicais”.

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