O festival, que tem Alexandre Farto (Vhils) entre os fundadores, decorrerá nos dias 20 e 21 de maio, no MuCEM - Museu das Civilizações da Europa e do Mediterrâneo, “com concertos, performances, instalações artísticas de grande escala e conversas, reunindo uma série de artistas de Portugal e França”.

De acordo com a organização, num comunicado hoje divulgado, “três palcos ao ar livre serão ocupados por artistas como 100 Blaze, Batida apresenta: #powertothedancefloor, Fado Bicha, Gisela João, Mbye Ebrima, Mohamed Lamouri, Mourad, Piny, Scúru Fitchádu, Thabiti, Tristany e Rita Vian”.

“A editora portuguesa Príncipe estará também presente fazendo-se representar por DJ Firmeza, que irá atuar em formato DJ ‘set’ em dueto com a DJ francesa MOESHA 13”, lê-se no comunicado.

As instalações “de grande escala” a serem apresentadas no festival, no espaço do museu, são da autoria de ±MaisMenos±, Caroline Mesquita, JonOne, Pedrita Studio, Unidigrazz, Vhils e Wasted Rita.

A presença do Iminente em Marselha enquadra-se na programação da Temporada Cruzada Portugal-França.

Esta será a quinta vez que o Iminente se realiza fora de Portugal, tendo já sido programado em Londres (em 2017 e 2018), em Xangai e no Rio de Janeiro (ambos em 2019).

Em Lisboa, o festival voltará a ocupar um espaço ao ar livre na Matinha, de 22 a 25 de setembro, com uma programação – ainda não anunciada – que contará com performances, concertos e conversas com artistas portugueses e estrangeiros.

A organização do Iminente também repetirá o projeto “Bairros” – entre junho e setembro -, que consiste na realização de oficinas artísticas comunitárias em quatro bairros lisboetas: Alta de Lisboa, Bairro do Rego, Vale de Alcântara e Vale de Chelas.

Em 2021, o Iminente contou com atuações de nomes como Pongo, Ana Moura, Dino D’Santiago, Jorge Palma e Fogo Fogo, e a participação de artistas visuais como Pedro Podre, Obey Sktr, Escif, Nuno Viegas, Raquel Belli e Mariana a Miserável.

O Festival Iminente realizou-se pela primeira vez em Oeiras, em 2016, cidade à qual regressou no ano seguinte. Após duas edições em Oeiras, em 2018 o Iminente mudou-se para Lisboa, para o Panorâmico de Monsanto, onde voltou a realizar-se em 2019.

Em 2020, a pandemia da covid-19 transformou o festival na Oficina Iminente, uma residência artística que decorreu no Panorâmico de Monsanto, e com o público a fazer parte do processo criativo.

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