
“Na página da Internet que agora se disponibiliza é possível encontrar imagem de alta qualidade de um vasto número de obras que a compõem, bem como informação relativa à história da Coleção. Trata-se de uma ferramenta dinâmica de informação e comunicação ao serviço de um público alargado, sendo igualmente um importante referencial para investigadores e curadores, mas também para professores e alunos”, pode ler-se num comunicado hoje divulgado.
A CACE, iniciada pelo Estado em 1976, é composta por 1.828 obras que vão da pintura à escultura, passando pelo desenho, a fotografia ou o vídeo, e são maioritariamente de artistas portugueses.
As obras estão depositadas e disponíveis em instituições em Portugal e no estrangeiro, entre as quais a Fundação de Serralves, a Fundação do Centro Cultural de Belém, a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva ou o Centro de Arte Contemporânea de Coimbra.
Nos últimos anos, a coleção foi aumentada com a incorporação das coleções Miró e ex-BPN e também através do Programa Anual de Aquisição de Arte Contemporânea, criado em 2019 e através do qual foram integradas 166 obras de 145 artistas portugueses.
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