Sem tempo para morrer ou sem tempo para estrear?

Os fãs da saga James Bond acordaram esta sexta-feira (22) com a notícia de novo adiamento da estreia nos cinemas, o terceiro, de "007: Sem Tempo para Morrer" por causa da pandemia, de abril para outubro.

Inicialmente com estreia planeada para há praticamente um ano, vale a pena recordar que o 25.º filme da série, o último com Daniel Craig, custou cerca de 250 milhões de dólares e o estúdio não o pode lançar com um mercado dos cinemas afetado a nível global.

Apesar disso, o famoso apresentador britânico Piers Morgan partilhou a sua desilusão, comentando que "a este ritmo, vamos todos morrer de velhice antes de ver isto. Acham que o James Bond iria tremer, atrasar e correr assim assustado? Coloquem em video-on-demand, a 20 libras, e deem a todos nós um pouco de tão necessário escapismo".

Mas a maioria das reações tem recorrido ao humor.

Um fã disse que o novo adiamento "leva-me a acreditar que, em última análise, ninguém quer que este seja o último filme de Daniel Craig como Bons... bem, exceto talvez ele".

Houve quem recordasse que o filme já teve mais datas de estreia (seis) do que os filmes com Daniel Craig como 007 (cinco): novembro de 2019 (quando esteve para ser realizado por Danny Boyle, que saiu por "diferenças criativas"), fevereiro de 2020, abril de 2020, novembro de 2020, abril de 2021 e outubro de 2021.

Tantos adiamentos também levaram à partilha das imagens envelhecidas de Daniel Craig e Billie Eilish (autora da canção) quando o filme chegar finalmente aos cinemas, talvez em "outubro de 2029".

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