«A fronteira entre os que trabalham em prol do bem e aqueles que estão do lado do mal está bem definida. » O filme «atinge o equilíbrio correcto». As citações não vêm de um crítico de uma publicação sobre cinema, vêm, sim, do lado de quem, desde que o primeiro filme,
«Harry Potter e a Pedra Filosofal», estreou em 2001, se esforçou para fazer a vida negra aos projectos cinematográficos inspirados na obra de
J. K. Rowling. Falamos do Vaticano, que nunca aprovou a série por achar que Potter era o «modelo errado de herói».

Por vontade de se modernizar ou porque, de facto, o filme conquistou a Igreja, o Vaticano deixou registada no seu jornal oficial, o
Osservatore Romano, a bênção oficial ao sexto filme que agora chega aos cinemas.

Embora o filme tenha a sua estreia mundial esta semana, foram já muitos os críticos que assistiram à película e, apesar de no passado, as fitas nunca terem sido tratadas como mais do que trabalhos de adaptação competentes, parece que, desta feita, o caso é bem diferente. Para Todd McCarthy, da revista
Variety, em
«Harry Potter e o Príncipe Misterioso», «as coisas de crianças ficaram no passado. De repente, parecendo muito crescidos, os estudantes de Hogwarts são forçados a lidar com assuntos pesados como a moral e a perda».

O conceituado crítico americano Roger Ebert também comprovou: «Este Harry Potter surpreendeu-me. Começa e acaba de uma boa maneira, tem uma fotografia e uma direcção artística espantosas, mas tem ainda mais para dar.»

Para além disso, no conhecido site sobre cinema
Rotten Tomatoes, o filme reúne, junto dos especialistas, uma percentagem de 90 em 100.

Há até quem já clame para ele um lugar entre os (agora) dez nomeados para Melhor Filme na próxima cerimónia dos
Óscares. Entusiasmo exacerbado ou opiniões justificadas, o público português pode comprovar por si mesmo a partir desta semana.

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