O melhor é nem saber o que se passa: esta é a estratégia de Isla Fisher quando o marido Sacha Baron Cohen está a representar Borat.

Casados desde 2010 mas juntos desde 2002, Isla Fisher teve de lidar com a mesma situação tanto no primeiro filme, "Borat: Aprender Cultura da América para Fazer Benefício Glorioso à Nação do Cazaquistão" (2006), como no recente "Borat, o Filme Seguinte: Entrega de Suborno Prodigioso a Regime Americano Para Fazer Benefício à Outrora Gloriosa Nação do Cazaquistão" (2020).

"Borat, o Filme Seguinte": Sacha Baron Cohen desmascara o mal numa viagem satírica com "timing" perfeito
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Referindo-se a um dos momentos mais complicados e comentados no novo filme, em que Sacha Baron Cohen foi reconhecido por furiosos defensores do direito de posse de armas após Borat interpretar uma canção "country" com letra racista durante um comício em Washington, a atriz explicou como funciona o processo.

"Tenho a sorte de não ter acesso normalmente à informação até acontecer, portanto não vejo que ele esteve num comício de armas até estar seguro em casa", contou ao jornal australiano Herald Sun.

"Acho que ele aprendeu da maneira mais difícil que colocarei um ponto final na situação se me der antecipadamente a informação", acrescentou.

Comediante politicamente incorreto, provocador satírico, perspicaz observador da natureza humana ou um imbecil, não há meio-termo com Sacha Baron Cohen e os seus elaborados números, muitas vezes mal recebidos pelos seus "alvos".

"Descubro o que aconteceu depois e é assim que consigo dormir à noite, caso contrário ficaria muito preocupada", reconheceu Isla Fisher.

RECORDE OS NÚMEROS MAIS ESCANDALOSOS DE SACHA BARON COHEN.

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