
A programação desta digressão internacional dos Dona Gi prevê, depois, um regresso capital francesa no dia 19 de maio, para uma atuação no Pontault Combault, partilhando o palco com outros artistas portugueses como Pedro Abrunhosa ou José Cid.
A banda portuense agendou ainda concertos noutros países da Europa, no Canadá e ainda em Angola, contou à Lusa Gisela Rodrigues, a vocalista da banda.
“Os Dona Gi não querem parar e resistem com confiança às adversidades da conjuntura atual e às dificuldades do panorama artístico do nosso país”, conta Gisela Rodrigues, vocalista e compositora do “Baile das Palavras”, o disco de estreia da banda em abril do ano passado.
“De forma sempre independente, demos os primeiros passos na indústria musical portuguesa”, recordou, revelando que os Dona Gi vão começar agora a “apresentar-se ao mundo” para “começar a levar a sua música não elitista além-fronteiras”.
Em Portugal, os Dona Gi têm concertos agendados para dia 21 de julho, em Lisboa, e dia 15 de agosto, na ilha do Corvo (Açores).
O primeiro trabalho dos Dona Gi, o “Baile das Palavras”, compôs-se com 12 músicas originais inspiradas nas coisas simples e alegres da vida e misturam fado e folk, remetendo para o universo de bandas portuguesas como os Deolinda e Orquestrada.
“O nosso estilo é uma mistura, é uma fusão do folk e do fado”, explicou Gisela Rodrigues na altura do lançamento do trabalho, admitindo que o estilo musical que a banda apresenta é semelhante ao dos Deolinda e dos Orquestrada, mas sublinhando que não se trata de “uma colagem a essas bandas”.
Além de Gisela Rodrigues, a banda integra José Luís Rodrigues (ex-Perfume) no acordeão, e o contrabaixista Pedro Silva (ex-Fados em Si Bemol).
André Mariano, na guitarra portuguesa e José Serra, na guitarra clássica completam o quinteto.
@Lusa
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