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Entrevista

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Marisa Paredes: «A Pele Onde Eu Vivo» é uma espécie de «Frankenstein moderno»

Em passagem por Portugal, Marisa Paredes falou ao SAPO sobre a história obscura de «A Pele Onde Eu Vivo» e sobre contracenar pela primeira vez com Antonio Banderas num filme que é para ela uma espécie de «Frankenstein moderno».

 

Marisa Paredes, uma das veteranas «chícas Almodóvar» volta a participar no mais recente filme de Pedro Almodóvar. Em «A Pele Onde Eu Vivo» contracena com Antonio Banderas e Elena Anaya, numa história que é apontada como a mais sombria em que o cineasta já trabalhou.

Apesar de já ter participado em várias películas do realizador manchego, este filme é o primeiro em que Paredes contracena com Banderas, outrora o intérprete mais recorrente na obra do cineasta. O ator estreou-se na segunda longa-metragem de Almodóvar, «Labirinto de Paixões», não participou na terceira, «Negros Hábitos», que marcou o primeiro trabalho de Parede com Pedro, e surgiu a seguir de enfiada em «Matador», «A Lei do Desejo», «Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos» e «Ata-me!». Depois rumou a Hollywood, e no filme de seguinte de Almodóvar, «Saltos Altos», foi Paredes quem passou a ser a intérpretes fetiche, brilhando em «A Flor do Meu Segredo» e «Tudo sobre a Minha Mãe».

A atriz esteve em Portugal a convite do Lisbon & Estoril Film Festival para apresentar o filme e o SAPO esteve à conversa com ela.

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SAPO Cinema - 17-11-2011 12:00

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